Lição 04: Quando se Vai a Glória de Deus | 4° Trimestre De 2022 | EBD – Adultos

EBD | 4° Trimestre De 2022 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre:  A Glória e a Justiça de Deus – A Igreja e a Convocação do Profeta Ezequiel para um Despertamento Espiritual | Escola Biblica Dominical | Lição 04: Quando se Vai a Glória de Deus

TEXTO ÁUREO

”E a glória do SENHOR se alçou desde o meio da cidade e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade.” (Ez 11.23)

VERDADE PRÁTICA

Deus abandona o Templo e retira a sua glória por causa das abominações do povo.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Êx 40.34 O Tabernáculo representava a presença de Deus
Terça – 2 Cr 7.2,16 Deus escolheu o Templo de Jerusalém para habitar o seu nome
Quarta – Êx 33.18-22 A glória de Deus, às vezes, significa a face e a presença de Deus
Quinta – Sl 24-7-10 O Deus verdadeiro, revelado nas Escrituras, é o Rei da Glória
Sexta – Jo 1.14 A glória de Deus foi revelada no Senhor Jesus
Sábado – 1 Co 2.8 Jesus, como Senhor da Glória, é também o Rei da Glória

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Ezequiel 9.3; 10.4,18,19; 11.22-25

Ezequiel 9
3 – E a glória do Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, até à entrada da casa; e clamou ao homem vestido de linho, que tinha o tinteiro de escrivão à sua conta.
Ezequiel 10
4 – Então, se levantou a glória do SENHOR de sobre o querubim para a entrada da casa; e encheu-se a casa de uma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do SENHOR.
18 – Então, saiu a glória do SENHOR da entrada da casa e parou sobre os querubins.
19 – E os querubins alçaram as suas asas e se elevaram da terra aos meus olhos, quando saíram; e as rodas os acompa­nhavam e pararam à entrada da porta oriental da Casa do SENHOR; e a glória do Deus de Israel estava no alto, sobre eles.
Ezequiel 11
22 – Então, os querubins elevaram as suas asas, e as rodas as acompanhavam; e a glória do Deus de Israel estava no alto, sobre eles.
23 – E a glória do SENHOR se alçou desde o meio da cidade e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade.24 – Depois, o Espírito me levantou e me levou em visão à Caldéia, para os do cativeiro; e se foi de mim a visão que eu tinha visto.
25 – E falei aos do cativeiro todas as coisas que o SENHOR me tinha mostrado.

Hinos Sugeridos: 23, 189, 248 Harpa Cristã

PALNO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
A presença de Deus pode deixar o seu povo? Na lição anterior estudamos a respeito das abominações do Templo, que teve a idolatria como principal ato de rebelião contra o Deus de Israel. A consequência: a glória de Deus deixou o Templo. Essa glória representa a pre­sença divina entre o povo. Então, isso pode acontecer hoje? É possível Deus abandonar o seu povo por causa dos pecados deliberados? Na lição desta semana veremos que sim. É preciso cuidar para que a presença de Deus não se afaste de nossas vidas, pois é muito preciosa. Não podemos viver sem a presença de Deus.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Conceituar· a ”glória” de Deus;
II) Explicar a reti­rada da glória de Deus;
III) Relacionar o segundo Templo com a glória de Deus.
B) Motivação: Não podemos viver sem a presença de Deus. Hoje, ela está representada com a doce habitação do Espírito Santo na sua Igreja. Essa presença envolve poder, santificação e desenvolvimento do fruto do Espírito. Que o ensino deste capítulo de Ezequiel nos motive a valorizar a doce presença do Santo Espírito.
C) Sugestão de Método: Há um livro clássico denominado ”As Sete Leis do Ensino”, editado pela CPAD. O processo de aprendizagem basicamente acontece de acordo com as leis contidas nesta obra. A primeira lei diz respeito ao professor, a Lei do professor: ”O pro­fessor deve saber o que ensina”. Nesse sentido, o professor deve se preparar com rigor para fazer a sua exposição. A aula de um professor dedicado deve apresentar:
1) Autenticidade: Pratique o que você ensina, e ensine que você pratica;
2) Boa interpretação: faça uma interpretação bíblica sadia do texto que fundamenta a lição e exponha com segurança a Palavra de Deus;
3) Organização: Tenha uma visão clara a respeito do que vai ensinar, pois você está conduzindo o aluno por uma jornada. Essa é a primeira lei de sete.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Faça uma revisão da lição de maneira que leve a sua classe a pensar a respeito dos atos e práticas que podem entristecer o Espírito Santo e, como consequência trágica, o seu afastamento.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e sub­sídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 92, p.38, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto ”A Glória de Deus,, traz uma dimensão mais ampla para a expressão ”A Glória de Deus”; 2) O texto ”Presença e idolatria” aprofunda o segundo tópico enfatizando a pre­sença de Deus e o perigo da idolatria.

INTRODUÇÃO

A glória de Deus representava a presença de Javé no Templo. Quando Deus mandou Moisés construir o Tabernáculo, explicou a razão dessa ordem: ”E me farão um santuário, e habitarei no meio deles” (Êx 25.8). Essa pre­sença não era incondicional, o povo tinha compromissos de acordo com a aliança feita no Sinai, mas esse pacto havia sido violado. O objetivo da presente lição é esclarecer sobre a retirada da glória de Deus do santuário de Jerusalém.

Palavra-Chave: GLÓRIA

I – SOBRE A GLÓRIA DE DEUS

A glória de Deus baixou do céu à terra primeiramente no Tabernáculo, no dia de sua dedicação. Depois disso, essa cena se repetiu por ocasião da inauguração do Templo de Jerusalém pelo rei Salomão.

1- O significado de ”glória”. O con­texto ajuda a esclarecer o sentido do termo. A palavra hebraica é kavod, que literalmente significa ”peso”, e nesse sentido literal, só apa­rece duas vezes no Antigo Testamento (1 Sm 4.18; 2 Sm 14.26). A Septuaginta, antiga versão grega do Antigo Testamento, emprega vários termos, entre eles: doxa, ”glória, resplendor, poder, honra, reputação”, e time, ”valor, honra”. Mas, nas visões de Ezequiel, ”glória” indica o resplendor pela presença do Senhor. Essa é a descrição feita pelo próprio profeta (Ez 1.26-28; 8.2). O vocábulo hebraico shekinah, geralmente usado entre os crentes como ”glória”, não aparece na Bíblia, porém, é frequente no judaísmo.

2- A glória de Deus. Ela se ma­nifestou aos filhos de Israel quando Moisés dedicou o Tabernáculo a Deus (Êx 40.34,35). Era a presença de Deus no meio do povo que acompanhou Israel nas suas jornadas no deserto até o início do reinado de Salomão. Período em que a Arca da Aliança foi transferida do Tabernáculo para o Templo que Salomão construiu em Jerusalém, a glória de Deus encheu toda a Casa (2 Cr 5.13,14) e, da mesma forma, no culto de dedicação do Templo (2 Cr 7.1,2). Desde então, Ele se comprometeu em manter seus olhos fixos e os seus ouvidos atentos à oração nesse Templo. Mas essa promessa nunca foi incondicional, e parece que o povo havia se esquecido disso (2 Cr 7.14-16).

SINOPSE I

A expressão ”glória de Deus” aparece no livro de Ezequiel como presença de Deus.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

A GLÓRIA DE DEUS
”[ …] A Expressão ‘glória de Deus’ tem emprego variado na Bíblia. Às vezes, descreve o esplendor e majestade de Deus (cf.1 Cr 29.11; Hc 3.3-5), uma glória tão grandiosa que nenhum ser humano pode vê-la e continuar vivo’ (ver Êx 33.18-23). Quando muito, pode-se ver apenas um ‘aparecimento da semelhança da glória do Senhor’ (cf. a visão que Ezequiel teve do trono de Deus, Ez 1.26-28). Neste sentido, a glória de Deus designa sua singularidade, sua santidade (cf. Is 6.1-3) e sua transcendência (cf. Rm 11.36; Hb 13.21). Pedro emprega a expressão magnífica glória como um nome de Deus” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1183).

AMPLIANDO O CONHECIMENTO

A SHEKHINAH
Convém salientar que a palavra hebraica Shekhinah, muito usada nas igrejas para ”glória de Deus”, não é bíblica, pertence ao chamado hebraico talmúdico e significa ”morada em”, comumente usada entre os judeus para ”presença de Deus”, e, às vezes, referindo-se ao próprio Deus. O Talmude é uma antiga literatura religiosa dos judeus identificada nos Evangelhos como ”tradição dos anciãos” porque, naqueles dias, esses preceitos eram orais, e só foram codificados a partir do século 5 d.C. Os rabinos associam-na ao Espírito de Deus, porque o Talmude diz: ”A shekhinah do Senhor nunca se afastará desse lugar” (uma referência ao Muro das Lamentações) (por Esequias Soares).

II – SOBRE A RETIRADA DA GLÓRIA DE DEUS

Essa retirada aconteceu em alguns estágios:
a) a glória se levantou do querubim sobre a Arca da Aliança;
b) passou para a entrada do Templo;
c) pairou sobre os querubins e, aos poucos, afastou-se completamente do Templo;
d) Por fim, a glória de Deus se pôs sobre o Monte das Oliveiras.

1- O querubim e a nuvem (9.3; 10.4). O profeta está se referindo aos dois querubins do propiciatório da Arca da Aliança (2 Cr 5.8) ou às quatro criaturas da visão inaugural do capítulo 1? Qualquer que seja a interpretação, a verdade é que isso indica a retirada da presença de Deus. Essa nuvem está associada à presença pessoal de Javé durante a peregrinação do deserto (Êx 13.21), no Tabernáculo (Êx 33.7-10), permanentemente desde a inauguração do Tabernáculo (Êx 40.34,35) e, finalmente, no Templo (1Rs 8.10,11). Essa presença divina atingiu o seu clímax com a manifestação do Filho de Deus: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14).

2- A retirada da presença de Deus (10.18). A glória de Javé pairou sobre os querubins e, aos poucos, afastou-se completamente do Templo. O profeta contempla essa glória se levantando da porta e se movendo para a carruagem­ trono que estava parada para descer em cima dos querubins. Nessa visão, Ezequiel acompanha a glória de Deus flutuando sobre os querubins e vê a carruagem divina se mover para a porta principal do Templo para a sua partida definitiva. A saída da glória de Deus representa a retirada de sua presença. Com isso, se aproxima a destruição do Templo. Essa Casa foi destruída pelos caldeus em 587 a.C, “no mês quarto, aos nove do mês” (2 Rs 25.3-10; Jr 39.2; 52.6), que corresponde a 14 de agosto de 587.

3- Por fim a glória de Deus se pôs sobre o Monte das Oliveiras (11.23). A presença de Deus no Templo era privilégio de Israel, mas isso exigia responsabilidade de modo que a glória de Deus não podia habitar com os pecados do povo. Mas a Casa de Deus era profanada com as práticas pagãs mais abomináveis (Ez 11.21). Ezequiel viu a glória de Deus partindo do Templo para o Monte das Oliveiras. Dali, ascendeu ao céu para retornar no fim dos tempos, não mais no Templo de Jerusalém, mas no Templo do Milênio (Ez 44.2-4). Com a retirada da presença de Deus, o Templo ficou vulnerável juntamente com a cidade de Jerusalém. Interessante que o Monte das Oliveiras é também o local da ascensão de Jesus (At 1.9-11).

SINOPSE II

A retirada da glória se deu mediante a retirada do querubim da Arca da Aliança, deslocando­-se para o Monte das Oliveiras.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

PRESENÇA E IDOLATRIA
”Um terceiro aspecto da glória de Deus é a sua presença e poder espirituais. Os céus declaram a glória de Deus (Sl 19.1; cf. Rm 1.19,20) e toda a terra está cheia de sua glória (Is 6.3; cf. Hc 2.14), todavia o esplendor da majestade divina não é comumente visível, nem notado. Por outro lado, o crente participa da glória e da presença de Deus em sua comunhão, seu amor, justiça e manifestações, mediante o poder do Espírito Santo. […] Por último, o AT adverte que qualquer tipo de idolatria é uma usurpação da glória de Deus e uma desonra ao seu nome. Cada vez que Deus se mani­festa como nosso Redentor, seu nome é glorificado (ver SI 79.9; Jr 14.21). Todo o ministério de Cristo na terra redundou em glória ao nosso Deus (Jo 14.13; 17.1,4,5)” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1183).

III – SOBRE O SEGUNDO TEMPLO

Ciro, rei da Pérsia, baixou o decreto que pôs fim ao cativeiro de Judá em 539 a.C., e, pouco tempo depois, partiu de Babilônia a primeira leva de judeus de volta para Judá. No seu decreto de libertação, o rei incluiu a reconstrução do Templo em Jerusalém (2 Cr 36.20- 23; Ed 1.1,2).

1- O segundo Templo. Conhecido como o Templo de Zorobabel, foi inaugurado no sexto ano de Dario” (Ed 6.15), que corresponde ao ano 516 a.C. Não era uma construção com a mesma dimensão e beleza arquitetônica da primeira Casa, não dava para comparar com o Templo de Salomão (Ag 2.3). O pensamento no período pós-exílio era de que o retorno da glória de Deus era escatológico (Ml 3.1).

2- O Templo de Herodes. O Templo de Zorobabel foi reformado e ampliado por Herodes, Magno. Ele conseguiu persuadir os judeus dizendo que o atual Templo não estava à altura da antiga glória. Os trabalhos se iniciaram cerca do ano 15 a.C., e continuava em andamento nos dias do ministério terreno de Jesus, 46 anos depois (Jo 2.20), conhecido como ”Segundo Templo”. Era o cartão postal de Jerusalém (Me 13.1; Lc 21.5). A Construção só foi concluída em 66 d.C.

3- A presença do Filho de Deus. Não há registro de que a glória do Senhor tinha enchido a Casa na inauguração por Zorobabel, diferentemente de Moisés, quando inaugurou o Tabernáculo (Êx 40.34,35), e de Salomão, na inauguração do Templo (2 Cr 7.1,2). Foi o Senhor Jesus que trouxe a glória de Deus quando ministrou no Templo de Herodes (Ag 2.7; Jo 1.14). A sua presença nele fez a glória da segunda casa ser maior do que a da primeira (Ag 2.9; Mt 21.12,14,15; Lc 2.46). O Templo desempenhava várias funções em Israel como lugar de perdão, do encontro com Deus, da presença divina, era o centro espiritual da nação.

SINOPSE III

Não há registro no Antigo Tes­tamento de que a glória do Senhor tinha enchido a segunda Casa. O Senhor. Jesus a trouxe ao ministrar no Templo.

IV – SOBRE O SENHOR JESUS E O TEMPLO

Assim como a glória do Senhor deixou o Templo antes de sua destruição pelos caldeus, da mesma forma aconteceu com o segundo Templo. A diferença é que a segunda Casa foi substituída definitivamente pelo Senhor Jesus.

1- Explicação teológica. Jesus disse: ”Eis aqui está quem é maior do que Salomão” (Lc 11.31), o construtor do Templo; Ele declarou-se maior do que o Templo: ”está aqui quem é maior do que o templo” (Mt 12.6). Quando Ele curou o paralítico em Cafarnaum, disse: ”Filho, perdoados estão os teus pecados” (Mc 2.5). Era uma mensagem velada dirigida aos sacerdotes de que a função do Templo estava para ser concluída em breve. Com a vinda de Jesus ao mundo, o Templo tornou-se redundante: ”E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14).

2- O fim do Templo. O que o Senhor Jesus vinha insinuando ou ensinando de maneira indireta, na última semana do do seu ministério terreno Ele falou diretamente: ”Não ficará pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mt 24.2; Me 13.2); ”dias virão em que se não deixará pedra sobre pedra que não seja derribada” (Lc 21.6). Jesus anunciou o fim do Templo como fizeram Ezequiel e os demais profetas. A glória de Deus se retirou do Templo antes de sua destruição (Mt 23.38,39).

3- A presença de Deus hoje. Quando Jesus, no alto da cruz, com grande voz entregou o espírito, ”o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo” (Mt 27.51). Estava definitivamente concluída a missão do Templo. Assim, o Senhor Jesus substituiu, de uma vez por todas, o Templo. Desde então, é em Jesus que temos a redenção e o perdão de nossos pecados. Não existe mais o Templo de Jerusalém, mas Deus habita no cristão individualmente (Jo 14.23; 1 Co 6.19).

SINOPSE IV

A glória do Senhor deixou a pri­meira e a segunda Casa. Mas a segunda Casa foi substituída definitivamente pelo Senhor Jesus.

CONCLUSÃO

Concluímos que, em ambos os casos, tanto em Ezequiel como em Jesus, ambas gerações rejeitaram a Deus. No Antigo Testamento, substituíram Javé pelos ídolos e nos Evangelhos, substituíram a Justiça de Deus pela sua própria justiça: ”não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus” (Rm 10.3).

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REVISANDO O CONTEÚDO

1- Qual o significado de ”glória” na descrição da visão de Ezequiel? Nas visões de Ezequiel, “glória” indica o resplendor pela presença do Senhor.
2- O que representa a saída da glória de Deus? A saída da glória de Deus representa a retirada de sua presença.
3- Qual o pensamento do período pós-exílio sobre o retorno da glória de Deus? O pensamento no período pós-exílio era de que o retorno era escatológico (Ml 3.1), o da glória de Deus
4- Por que a glória da segunda Casa foi maior do que a da primeira? A presença de Jesus nele fez a glória da segunda Casa ser maior do que a da primeira (Ag 2.9; Mt 21.12, 14,15; Lc 2.46).
5- Quem substituiu o Templo de Jerusalém? O Senhor Jesus substituiu de uma vez por todas o Templo.

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