Lição 09: O Sexto Sinal – A Cura de um Cego de Nascença | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

EBD | 1° Trimestre De 2022 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Tema: Jesus, o Filho de Deus – Os Sinais e Ensinos de Cristo no Evangelho de João | Escola Biblica Dominical | Lição 09: O Sexto Sinal – A Cura de um Cego de Nascença

TEXTO PRINCIPAL

“Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.” (Jo 9.5)

RESUMO DA LIÇÃO

Jesus sempre esteve consciente de estar vivendo segundo a perfeita vontade do Pai

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Jo 9.1 Jesus viu o cego
TERÇA – Jo 9.2 Quem pecou?
QUARTA – Jo 9.4 Jesus faz a obra de Deus enquanto é dia
QUINTA – Jo 9,5 Jesus, a luz do mundo
SEXTA – Jo 9.11 “Lavei-me, e vi”
SÁBADO – Jo 9.36,38 O milagre e a conversão do cego

OBJETIVOS

APRESENTAR o sexto sinal relatado por João: Jesus cura um cego de nascença;
SABER como se deu a cura do cego;
EXPLICAR a reação dos fariseus diante do milagre realizado por Jesus,

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo estudaremos o sexto sinal: a cura de um cego de nascença. “Todos os milagres de Jesus também apontavam para quem Ele era. João dá prosseguimento ao discurso de Jesus sobre ser ‘a luz do mundo’ (Jo 8.12; 9.5) com o relato de Jesus restaurando a visão de um homem cego de nascença. Esta história ilustra a verdade espiritual de que Cristo é a Luz do Mundo. Como o mendigo cego passa a ‘ver’ que Jesus é o Messias, assim Jesus nos oferece a visão espiritual para permitir que o vejamos como o nosso Senhor e Salvador. Nós também nascemos espiritualmente cegos e precisamos do dom da visão que somente a Luz do Mundo pode proporcionar. A Luz do Mundo torna-se a nossa luz quando colocamos a nossa fé em Jesus Cristo” (Comentário do Novo Testamento. Aplicação Pessoal. Vol 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.521).

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), para concluir a lição faça a seguinte pergunta aos alunos: “Quais foram os resultados do sexto sinal realizado por Jesus Cristo?” Ouça os alunos com atenção e depois apresente os quadros abaixo. Utilize-os mostrando os resultados do sinal realizado por Jesus e os seus ensinamentos práticos para nós.

RESULTADO FINAL

COMOÇÃOJoão 9.8
O INTERROGATÓRIOJoão 9.9-10
A PERSEGUIÇÃO. João 9.16

ENSINAMENTOS PRÁTICOS 

COMPAIXÃO VALE MAIS DO QUE A ESPECULAÇÃOJoão 9.8
O LIMITE HUMANO É NOSSA OPORTUNIDADEJoão 9.9,10.
“REMINDO 0 TEMPO”.João 9.9,10.
CONHECIMENTO ATRAVÉS DA OBEDIÊNCIA.João 9.11,17,33,35-37
A CERTEZA DA EXPERIÊNCIA.João 9.25

TEXTO BÍBLICO
João 9.1-7

1 E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença.
2 E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
3 Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.
4 Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. 6 Tendo dito isso, cuspiu na terra, e, com a saliva, fez lodo e untou com o lodo os olhos do cego.
7 E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo.

INTRODUÇÃO

Jesus está de volta à Judéia. Outra vez em Jerusalém, Ele prossegue seu ministério no centro religioso e político de Israel. Mais um sinal de sua divindade será manifesto, tocando em pontos sensíveis das crenças judaicas e provocando forte reação nos fariseus. Estudaremos, hoje, a cura de um cego de nascença. Mas antes de entrarmos diretamente no exame do texto, faremos uma breve apresentação dos fatos antecedentes, o que aconteceu entre o quinto sinal (Jesus andando sobre as águas) e a cura do cego, o sexto sinal, já em Jerusalém. A finalidade é proporcionar uma visão mais completa possível do conteúdo do Evangelho de João. Ainda assim não estaremos perscrutando toda a riqueza desse extraordinário livro.

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I – FATOS ANTECEDENTES

1- Uma temporada na Galileia. Depois de andar sobre as águas do mar da Galileia, Jesus fala à multidão em Cafarnaum, principal cidade da região, e se apresenta como o Pão da Vida: “o verdadeiro pão do céu” dado pelo Pai (Jo 6.22-59). Conforme João 7.1, Jesus permaneceu por algum tempo pelas cidades da Galileia, evitando ir à Judéia, “pois os judeus procuravam matá-lo”. É a segunda fase de seu ministério, como já destacamos. Com a iminência da Festa dos Tabernáculos, os irmãos de Jesus sugerem que Ele vá a Jerusalém para que também seus discípulos pudessem ver as obras que fazia (Jo 7.2), Essa é uma das muitas passagens que apresentam os irmãos de Jesus. O texto de João 7.3-5 nos mostra que Jesus enfrentava a incredulidade dentro de sua própria casa. Fato é que “nem mesmo seus irmãos criam nele” (Jo 75).

2- “Não é chegado o meu tempo”. Jesus não respondeu aos seus irmãos como um homem natural. Falou-lhes como o Filho de Deus, expondo sua missão (Jo 7.6). Isaías profetizou a rejeição que o Messias teria (Is 53.3). Isso não fez dEle uma pessoa ressentida. Jesus sempre esteve consciente de estar vivendo segundo a perfeita vontade do Pai. Não podemos nos deixar afetar por qualquer insinuação, provocação ou desprezo. Quando vivemos segundo a vontade de Deus, devemos permanecer firmes em nosso propósito; como Jesus, que jamais se abalava, sempre estava convicto de estar obedecendo e agradando ao Pai (Jo 8.29). Se estamos certos disso, fiquemos tranquilos. Preservemos nosso coração e não nos entreguemos a tristezas ou angústias,

3- Jesus vai à festa. Depois de seus irmãos terem ido a Jerusalém, Jesus fez o mesmo, mas “não manifestamente, mas como em oculto” (Jo 7.10). No meio da festa foi ao Templo e ensinava aos judeus, falando de sua missão. No último dia da festa falou da obra do Espírito Santo no interior dos que o recebessem (Jo 7.38,39). Sua mensagem provocava distintas reações na multidão. Alguns criam ser Ele o Cristo, mas o fato de ser conhecido como sendo da Galileia produzia muita dúvida: Vem, pois, o Cristo da Galiléia? Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi e de Belém, da aldeia de onde era Davi?” (Jo 7.41-42). Nosso resumo dos fatos antecedentes ainda inclui a ida de Jesus ao monte das Oliveiras onde costumava orar, seu retorno ao Templo para ensinar e o perdão à mulher adúltera, quando atingiu a consciência dos judeus, que queriam apedrejá-la (Jo 8.1-11).

PENSE! A condição espiritual dos irmãos de Jesus é uma demonstração de como o conhecimento de Deus decorre da fé.
PONTO IMPORTANTE! Dentre os fatos estudados está a expressa referência de João ao ministério de Jesus na Galileia

SUBSÍDIO 1

Professor(a), explique aos alunos que no capítulo 9 de João “vemos quatro reações diferentes a Jesus, Os vizinhos revelaram surpresa e ceticismo: os fariseus mostraram incredulidade e preconceito; os pais creram, mas ficaram em silêncio, temendo a excomunhão; e o homem curado mostrou fé constante e crescente. Cada reação a Jesus permitiu que o homem chegasse a um entendimento mais claro a respeito daquele que o curou.” (Bíblia de Estudo Cronológico Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. 2015, p. 1410).

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II – A CURA DO CEGO

1- A pergunta dos discípulos. Havia entre os judeus uma crença de que toda doença era consequência de pecado, do enfermo ou de seus pais (Jo 9.34). Por isso o questionamento dos discípulos quando viram o cego de nascença: “Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?” (Jo 9.2). A grande questão da razão do sofrimento humano inquieta muita gente e já fomentou grandes debates ao longo da história. É uma grande temeridade tentar responder essa e outras grandes questões da vida através de filosofias ou pressupostos teológicos que escolham esse ou aquele extremo. São diversas as razões da existência de enfermidades e de toda espécie de sofrimento. A primeira e principal delas é a Queda. A humanidade não seria afetada por nenhum dano se não fosse o pecado. Com a transgressão de Adão e Eva o mal passou a operar no mundo (Gn 3.14-19). Ninguém escapa dessa causa geral primária. Além dela, existem também causas específicas, isto é, pecados pessoais que podem trazer terríveis consequências ao indivíduo, incluindo doenças (Jo 5.14). Há também enfermidades de causas espirituais, como no caso da mulher que andava curvada por ter um espírito de enfermidade (Lc 13.11).

2- Obras de Deus. No caso do cego em questão, a situação era outra. Não decorria de pecado ou qualquer causa espiritual de índole pessoal (Jo 9.3). De fato, aquela cura, além de expressar a misericórdia de Deus para o cego e sua família, teve amplo efeito imediato e o testemunho chegou até nós, numa clara abrangência do propósito divino. O sofrimento também pode ser permitido por Deus como prova de nossa fé, para o desenvolvimento do caráter de Cristo em nós e um maior conhecimento de sua Pessoa e vontade. Jó era um homem reto, temente a Deus e que se desviava do mal e ainda assim foi intensamente afligido. Seus amigos “teorizavam” muito sobre seu quadro, buscando explicar seus sofrimentos. Tudo em vão. Deus se manifestou a Jó não com formulações teóricas, mas com a demonstração de sua Pessoa e poder.

3- A Luz do mundo. Antes de curar o cego, Jesus fala aos discípulos sobre o significado do sinal que iria realizar: mostrar seu poder de tirar o homem das trevas e trazê-lo para a luz. Imediatamente antes do milagre, Ele diz: “[…] sou a luz do mundo” (Jo 9.5). Em seguida, cuspiu na terra, fez lodo e untou os olhos do cego; ordenou que fosse ao tanque de Siloé lavar-se, o que o cego fez e voltou vendo (Jo 9.6,7). Este sinal tem, portanto, perfeita correlação com o sermão que Jesus havia recém pregado em Jerusalém (Jo 8.12-59). Assim como aquele homem, que tinha uma cegueira congênita, toda a humanidade estava espiritualmente cega e Jesus veio trazer luz para os homens. Em um mundo de tanta escuridão e engano, em Cristo temos Luz perfeita para nosso caminho, a luz da vida (Jo 8.12).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), leia com os alunos João 9.2,3. Explique que havia “uma crença comum, na cultura judaica, de que a calamidade ou o sofrimento era resultado de algum pecado grave. Mas Cristo usou o sofrimento deste homem para ensinar a respeito da fé e para glorificar a Deus. Nós vivemos em um mundo de pecado, em que o bom comportamento nem sempre é recompensado, e o mau comportamento, nem sempre punido. Consequentemente, às vezes pessoas inocentes sofrem. Independentemente das razões para nosso sofrimento, Jesus tem o poder de nos ajudar a lidar com ele. Quando você sofre, por uma doença, tragédia ou deficiência, tente não perguntar: ‘Porque isso aconteceu comigo?’, ou ‘O que fiz de errado?’ Em vez disso, peça que Deus lhe dê forças para enfrentar e vencer a provação e uma perspectiva mais clara do que está acontecendo.” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. 2015, p. 1410).

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III – A REAÇÃO DOS FARISEUS

1- De novo, o sábado. A hipocrisia e a cegueira espiritual dos fariseus eram tão grandes que pouco se importaram com o milagre em si; com a bênção extraordinária recebida por aquele homem. A primeira coisa que fizeram, quando souberam da cura, foi dizer: “Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado” (Jo 9.16). Voltamos outra vez a essa questão: como uma visão espiritual reducionista pode tornar alguém tão escravo de suas preconcepções? Precisamos conhecera integralidade do Evangelho da graça de Deus, um Deus amoroso, santo e justo, que quer nos transformar por inteiro, a partir do nosso interior (Mt 23.26-28). Deus não se impressiona com práticas religiosas: olha, primeiro, para a posição do nosso coração (1 Sm 16.7). Isso não quer dizer, contudo, que Ele não se importe com o nosso corpo. Pelo contrário, Ele quer que nos santifiquemos em tudo: espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23) e “em toda a [nossa] maneira de viver” (1 Pe 1.15).

2- O interrogatório. Os fariseus submeteram o ex-cego a um tenso interrogatório, chegando a ponto de duvidarem de seu quadro anterior de cegueira (Jo 9.17,18). Parece-nos que aquele homem ainda era bem jovem, porque os fariseus foram em busca de seus pais para continuarem a inquirição, os quais lhes disseram: “Tem idade, perguntai a ele mesmo” (Jo 9.21), De volta ao jovem, insistiam que Jesus era um pecador, e que ele, o ex-cego, deveria dar glória a Deus. É certo que tanto os fariseus quanto o próprio moço não reconheciam Jesus como o Messias, o Cristo, o Filho de Deus. Mas havia uma diferença clara de compreensão espiritual entre eles, pois o jovem já reconhecia que Jesus era “temente a Deus e [fazia] sua vontade” (Jo 9.31-33). Em um novo encontro com Jesus, o jovem foi perguntado justamente sobre sua fé no Filho de Deus. Ainda diante de suas dúvidas, o Messias se revela a ele: “Tu já o tens visto, e é aquele que fala contigo” (Jo 9.37). O resultado foi que o jovem creu nEle e o adorou (Jo 9.38).

3- A fúria dos fariseus. Enquanto o ex-cego passou a conhecer Jesus como o Filho de Deus, os fariseus se endureceram ainda mais. As respostas do jovem acerca de Jesus os deixaram furiosos porque se consideravam espiritualmente superiores: “Tu és nascido todo em pecados, e nos ensina a nós? E expulsaram-no” (Jo 9.34). Não é incomum pessoas que se consideram mais espirituais que outras serem rudes, duras, inflexíveis e até violentas. Fujamos desse tipo de conduta, porque não é obra do Espírito de Deus que produz em nós amor, mansidão, temperança (GI 5.22). Sejamos mansos e humildes de coração (Mt 11.29), totalmente dependentes da graça e do poder que há em Cristo Jesus (Ef 6.1; Fp 2.3-8). Quanto mais humildes somos, mais de Cristo temos.

SUBSÍDIO 3

“Disseram os fariseus: ‘Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador’. O conhecimento deles era ignorância; a luz deles era escuridão. Jactavam-se de possuírem iluminação espiritual, quando na realidade eram espiritualmente cegos. A primeira parte do capítulo narra como foram abertos os olhos de quem nem sabia que era cego; a parte final mostra como se cerraram mais e mais os olhos daqueles que pensavam que possuíam discernimento (v. 39-41). Os cegos não podem ver, mas, às vezes, os que têm olhos nem querem olhar, é melhor reconhecer nossos defeitos e receber de Jesus a solução do que encobri-los e ficar com a bênção. O homem foi excomungado, ou seja, expulso da comunidade da sinagoga. Rejeitado pelos judeus, foi recebido por Cristo,” (PEARLMAN, Myer. João: O Evangelho do Filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 114).

PROFESSOR(A), “quanto mais aquele homem experimentava sua nova vida em Cristo, mais confiante se tomava naquele que o havia curado. Ele não ganhou apenas a visão física, mas também a espiritual, pois primeiro reconheceu a Jesus como um profeta, depois como o seu Senhor. Quando você se volta a Cristo, começa a vê-lo de uma maneira diferente. Quanto mais caminhar com Ele, melhor entenderá quem Ele é, Pedro nos recomendou: ‘antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo’ (2 Pe 3.18) Se você quer conhecer mais a respeito de Jesus, continue caminhando com Ele” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1436).

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CONCLUSÃO

Estudamos mais um sinal da divindade de Jesus, A cura do cego de nascença foi uma oportunidade para a Luz do mundo (Jo 8.12) revelar seu poder, destruindo os sofismas e todo o engano religioso, que insiste em prender os homens nas trevas da incredulidade e do pecado. Rejeitar essa luz é manter-se nas trevas do pecado (Jo 9.41). Quando a recebemos e seguimos, encontramos o caminho da vida eterna.

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“(Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Lucas 6:38)”

HORA DA REVISÃO

1- Jesus respondeu aos seus irmãos como um homem natural? Jesus não respondeu aos seus irmãos como um homem natural. Falou-lhes como o Filho de Deus, expondo sua missão (Jo 7.6).
2- Qual profeta predisse a rejeição do Messias? Isaías profetizou a rejeição que o Messias teria (Is 53.3).
3- Segundo a lição, o que Jesus falou no último dia da festa? No último dia da festa Jesus falou da obra do Espírito Santo no interior dos que o recebessem (Jo 7.38,39).
4- Qual era a crença dos judeus em relação às doenças? Eles acreditavam que toda doença era consequência de pecado, do enfermo ou de seus pais (Jo 9.34).
5- Qual a razão primeira e principal da existência das enfermidades? A Queda.

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