Lição 12: Levítico 16 e 17 – Dia da Expiação | 3° Trimestre De 2022 | EBD Revista PECC

EBD Pecc (Programa de Educação Cristã Continuada) | 3° Trimestre De 2022 | Tema: ÊXODO – LEVITICO: Libertação e Adoração | Escola Biblica Dominical | Lição 12: Levítico 16 e 17 – Dia da Expiação

SUPLEMENTO EXCLUSIVO DO PROFESSOR

Afora a suplemento do professor, todo o conteúdo de cada lição é igual para alunos e mestres, inclusive o número da página.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Em Levítico 16 a 17 há 34 e 16 versos, respectivamente. Sugerimos começar a aula lendo, com todos os presentes, Levítico 16.1- 14 (5 a 7 min.). A revista funciona como guia de estudo e leitura complementar, mas não substitui a leitura da Bíblia.
Olá, professor(a)! Nesta lição, veremos que Deus, por sua vontade de continuar manifestando-se ao seu povo, determinou a celebração de um dia de perdão. Ele é o Deus de misericórdia que nos enviou Seu Filho para reparação da nossa culpa. Todo o perdão que Jesus nos garantiu continua disponível, basta-nos crer. Seu sangue foi derramado, coma o do novilho sem defeitos; Ele mesmo ofereceu o sacrifício, coma sacerdote sem pecados (Mt 26.53; Jo 10.18); Ele consumou uma purificação que ninguém poderia realizar. Para nós, cristãos, e o próprio Jesus, Sacerdote Eterno, quem instaurara um mundo perfeito, sem pecado nem holocaustos. Seremos nós, Sua igreja, a oferta pura que Ele entregará ao Pai.

OBJETIVOS

Reconhecer a seriedade do pecado.
Saber que Deus quer relacionamentos.
Apropriar-se da provisão de Deus em Cristo.

PARA COMEÇAR A AULA

Nossa aula pode iniciar com uma reflexão sobre o papel de cada um no culto cerimonial. Sua congregação reconhece você como cantor, diácono, pastor ou evangelista? Suas afinidades estão de acordo com aquilo que sua igreja te convida a realizar? Se as respostas são positivas, Jesus está te convidando a preparar a oferta que Ele mesmo virá recolher. Temos multiplicado os talentos que recebemos? Que Jesus não nos encontre de mãos vazias, pois somos sacerdotes.

LEITURA ADICIONAL

Em Lv 16.15-34 se tipificam os dois grandes privilégios do Evangelho: o da remissão dos pecados e o do acesso a Deus, os quais devemos a nosso Senhor Jesus. Observe a expiação da culpa. Cristo é ao mesmo tempo o executor e a essência da expiação, porque é o Sacerdote e o Sumo Sacerdote, que faz reconciliação pelos pecados do povo. E como Cristo é o Sumo Sacerdote, também é o sacrifício com o qual se faz a expiação; porque Ele é tudo em todos, em nossa reconciliação com Deus. Assim, Ele foi prefigurado pelos dois cabritos machos. O animal sacrificado tipificava Cristo, que morreu por nossos pecados; […] A Bíblia diz que a expiação se completava, quando se depositava os pecados de Israel sobre a cabeça do animal que era enviado ao deserto, uma terra desabitada; o envio do animal representava a remissão completa e gratuita dos pecados. Ele (Cristo) levará as iniquidades deles. Desta maneira Cristo, o Cordeiro de Deus, tira o pecado do mundo, a fim de levá-lo sobre si mesmo (Jo 1.29).

A entrada ao Paraíso, que Cristo preparou para nós, foi tipificada pela entrada do sumo sacerdote no Lugar Santíssimo (Hb 9.7). O sumo sacerdote saía de novo; porém, nosso Senhor Jesus vive eternamente, intercede e sempre comparece ante Deus por nós.
[…] Os sacrifícios espirituais, que nós temos que oferecer agora, não se limitam a um lugar. Hoje não temos templos nem altares que santifiquem a dádiva, tampouco a unidade do Evangelho se baseia somente em um lugar, mas em um coração e na unidade do Espírito. Cristo é nosso verdadeiro Altar e Tabernáculo; através dEle, Deus habita no meio dos homens. Nossos sacrifícios são aceitáveis para Deus, nEle e somente nEle. Estabelecer outros mediadores, outros altares ou outros sacrifícios expiatórios e, com efeito, servir a outros deuses.
Livro: Comentário bíblico de Matthew Henry (Editora CPAD, 2004).

Texto Áureo

“Isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação uma vez por ano pelos filhos de Israel, por causa dos seus pecados. E fez Arão como o Senhor ordenara a Moisés. ” Lv 16.34

Leitura Bíblica Para Estudo

Levítico 16.1-14

Verdade Prática

O dia da expiação servia para que todo o povo eleito se lembrasse de que eram uma nação santa e que o pecado não devia atrapalhar sua comunhão com Deus.

INTRODUÇÃO
I- UM DIA DE PURIFICAÇÃO Lv 16.1-7
1-
A razão desse dia Lv 16.2
2– O que acontecia? Lv 16.3
3– O significado Lv 16. 7
II- NOSSO SUMO SACERDOTE Lv 16.11-34
1-
Sua santidade Lv 16.11
2– Sua eternidade Lv 16.34
3– Seu sangue Lv 17.11
III- SACERDOTES E LEVITAS Lv 17.1-9
1
– Reverência e temor no serviço Lv 16.4
2– Levitas hoje? Lv 17.5
3– Sacerdócio de todos os salvos Lv 17.8,9
APLICAÇÃO PESSOAL

DEVOCIONAL DIÁRIO

Segunda – Levítico 11.46
Terça – Levítico 13.59
Quarta – Levítico 14.2
Quinta – Levítico 15.31
Sexta – Levítico 16.2
Sábado – Levítico 19.2
Hinos da Harpa: 60 – 491

INTRODUÇÃO

O Dia da Expiação, também conhecido como Yom Kippur ou Dia do Perdão, era o mais solene dia sagrado de todas as festas israelitas, ocorrendo uma vez por ano no décimo dia de Tishrei, o sétimo mês do calendário hebraico, que corresponde a um período entre setembro e outubro em nosso calendário.

I- UM DIA DE PURIFICAÇÃO (Lv 16.1-7)

O Dia da Expiação representava algo grandioso. Era uma sombra daquilo que um dia se tornaria realidade em Cristo.

1- A razão desse dia (Lv 16.2) “Então, disse o Senhor a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre no santuário em todo tempo, para den­tro do véu, diante do propiciatório que está sobre a área, para que não morra; porque aparecerei na nuvem sobre o propiciatório.”

Deus diz que o Sumo Sacerdote (Arão) não podia entrar no Santíssimo Lugar a toda hora ou todo dia, mas unicamente uma vez no ano. Embora houvesse sacrifícios diários sendo oferecidos, a lição de hoje fala sobre um dia especial, um feriado anual chamado Dia da Expiação, em hebraico, “Yom Kippur”. Uma pergunta natural é: Com tantos sacrifícios sendo oferecidos cotidianamente, por que ainda era necessário um dia especial para expiação? Mesmo com todos os sacrifícios individuais ainda ficavam pecados devido a impureza e rebelião do povo em geral fazia com que os pecados deles ficassem descobertos. Daí a necessidade de um dia especial de perdão no qual Deus tratava com todos os pecados que não haviam sido cobertos durante o ano. Tudo isso para que o relacionamento entre Deus e seu povo nunca cessasse.

2- O que acontecia? (Lv 16.3) “Entrara Arão no santuário com isto: um novilho, para oferta pelo pecado, e um carneiro, para holocausto.”

Antes de entrar no tabernáculo, Arão deveria tomar banho e vestir as roupas especiais (v.4). Depois ele sacrificaria um novilho como uma oferta pelo pecado seu e de sua família (v. 6, 11). O sangue do novilho devia ser aspergido na arca da aliança. Então Arão deveria trazer dois bodes, um para ser sacrificado “por causa das impurezas dos filhos de Israel, e das suas transgressões, e de todos os seus pecados…” (v. 16), e seu sangue aspergido na arca da aliança. O outro bode era usado como bode expiatório. Arão colocava as mãos sobre a cabeça do animal, confessava sobre ela a rebelião e a maldade dos israelitas, e enviava o bode ao deserto com um homem designado a libertá-lo (v. 21 ). O bode vivo então simbolicamente “levava para longe” todos os pecados do povo, os quais foram perdoados por mais um ano (v. 30). Atualmente o Yom Kippur ainda é celebrado pelos judeus, mas como não existe o templo, isso é feito nas sinagogas com jejuns e orações, porém, sem as ofertas de sacrifícios.

3- O significado (Lv 16.7) “Se a sua oferta for holocausto de gado, trará macho sem defeito; a porta da tenda da congregação o trará, para que o homem seja acei­to perante o Senhor.”

Todo o cerimonial do Dia da Expiação tinha um alcance limitado. Ele não oferecia expiação definitiva pelo pecado do povo. Nesse sentido ele apontava para uma realidade maior; ele anunciava uma expiação; a perfeita e definitiva que viria. O Novo Testamento também nos diz que o sumo sacerdote que entrava no Santuário terreno prefigurava Cristo que entrou no Santuário celestial. Mas, diferentemente do sumo sacerdote de Israel, Cristo não entrou no Santuário com sangue de bodes e novilhos. Ele entrou no Santuário Celestial por seu próprio sangue (Hebreus 9:12). Além disso, sua entrada no Santuário foi permanente, e não apenas durante um único dia, uma vez por ano.

II- NOSSO SUMO SACERDOTE (Lv 16.11-34)

Fica claro na legislação levítica que ninguém poderia expiar seus próprios pecados. Era necessário um mediador humano para apresentar os sacrifícios pelo povo. Esse mediador era o Sumo Sacerdote. Ele era a figura central no Dia da Expiação e que apontava para Jesus, um superior sumo sacerdote. Vejamos sua superioridade em relação aos demais.

1- Sua santidade (Lv 16.11)‘Arão Fará chegar o novilho da sua oferta pelo pecado e fará expiação por si e pela sua casa; imolará o novilho da sua oferta pelo pecado.”

A primeira necessidade de Arão, conforme o texto, era oferecer um sacrifício por si mesmo e pela sua casa. Caso contrário ele estaria inapto para representar o povo, pois era pecador. Jesus, diferente de Arão e dos demais, é santo, separado do pecado e perfeito para sempre. Em toda a sua vida ele nunca transgrediu. A melhor ilustração disso nós encontraremos em Levítico 21. 17-23. O texto mostra que nenhuma mácula externa ou física (coxo, pé quebrado, corcunda etc.) poderia haver nos sumos sacerdotes terrenos. Jesus sequer tem alguma mácula interna. Nele nunca houve pecado. Sua superioridade está nisso: santo, perfeito, sem mácula. Quem crê nele está salvo para sempre e passa a ter acesso pleno a Deus.

2- Sua eternidade (Lv 16.34) “Isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação uma vez por ano pelos Filhos de Israel, por causa dos seus pecados. E fez Arão como o Senhor ordenara a Moisés.”

Fica claro para qualquer leitor bíblico a insuficiência do sistema levítico. As ordens para este Dia da Expiação estabeleciam que sua repetição era necessária indeterminadamente. Era um sistema que não oferecia um perdão final, sendo repetido todo ano. Era um perdão com validade de um ano. Em função disso os sacerdotes precisavam ser periodicamente subtítulos, pois pela morte deixavam de exercer seu ofício, nada mais podendo fazer pelo povo. Em Números 20, por exemplo, Moisés é instruído a subir ao monte, despir Arão e transferir suas vestes sacerdotais para seu filho Eleazar que continuaria seu ministério. Mas chegou o dia que Eleazar também morreu e foi sucedido por Finéias, mas este também morre e assim sucessivamente. A toda hora precisava de um novo, pois os que morriam não tinham mais poder de os representar diante de Deus. Os mortos não podem ajudar ninguém. Nenhum morto pode conceder graça a ninguém. A boa nova do Evangelho é que nosso Sumo Sacerdote Jesus está vivo. Ele nunca precisará ser substituído. Ele está vivo e nunca transferira “suas vestes” a nenhum outro. Ele vive eternamente.

3- Seu sangue (17.11) “Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o al­tar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação em virtude da vida.”

Levítico fala de sangue 93 vezes. O capítulo 17 de Levítico orientava os judeus a não comerem sangue. A questão do sangue nos lembra os efeitos danosos do pecado. O pecado é tão sério aos olhos de Deus que exige a morte do pecador (Rm 6.23). A única maneira de se aniquilar o peso do pecado é com a morte. Assim temos todo o sistema levítico de cultos, culminando com o Dia da Expiação onde morte, sacrifícios, sangue e substituição estavam presentes. E a morte através do derramamento de sangue que traz a expiação dos pecados. Sangue se oferecia a Deus para sua ira se afastar. No Dia da Expiação o sangue era derramado na tampa da área, chamada de propiciatório. Nesse sentido o sangue de animais e o próprio propicia rio simbolizava Cristo e sua cruz, onde se efetuou o perdão dos nossos pecados, mas com uma diferença abissal: a obra de Cristo não tem prazo de validade. Cristo não entrou no Santuário com sangue de bodes e novilhos. Ele entrou no Santuário Celestial por seu próprio sangue (Hebreus 9:12). A expiação do Yom Kippur durava um ano, a de Cristo é eterna e sem repe­tição (Hb 9.11-14).

III- SACERDOTES E LEVITAS (Lv 17.1-9)

Os levitas eram israelitas da tribo de Levi. Eles foram separados por Deus para cuidar do tabernáculo e todos os seus móveis e utensílios (Nm 1.47-54). Eles trabalhavam de 25 até os 50 anos, após os quais sua função passaria a ser a de ajudar e instruir os mais novos (Nm 8.24-26). Dentre os levitas, Arão e seus descendentes foram consagrados para oficiar como sacerdotes (Ex 28.1; Nm 3.3). Diferente dos demais levitas, seu ofício era vitalício.

1- Reverência e temor no serviço (Lv 16.4) “Vestirá ele a túnica de linho, sagrada, terá as calças de linho sobre a pele, cingir-se-á com o cinto de linho e se cobrirá com a mitra de linho; são estas as vestes sagradas. Banhará o seu corpo em água e, então, as vestirá.”

A lavagem dos sacerdotes antes de colocarem a roupa não era tanto uma questão de sujeira externa ou asseio, mas apontar para a necessidade de uma vida pura e santa diante de Deus. Não basta que os líderes ensinem, é necessário que eles próprios obedeçam e nunca se coloquem acima da Palavra. O que vale para os demais, também vale para o líder. Reverência e santo temor é o principal requisito no cumprimento do chamado ministerial. Qualquer oficial da obra de Deus (porteiros, zeladores, ministros de louvor, operadores de mídia etc.) precisa cumprir seu chamado com temor. Púlpito, por exemplo, é coisa séria. O objetivo de quem nele sobe é adorar a Deus em santidade, exortar a igreja e levar pessoas ao arrependimento e mudança de vida.

2- Levitas hoje? (Lv 17.5) “Para que os filhos de Israel, trazendo os seus sacrifícios, que imolam em campo aberto, os apresentem ao Se­nhor, a porta da tenda da congregação, ao sacerdote, e os ofereçam para sacrifícios pacíficos ao Senhor. “

O ofício dos levitas estava inicialmente ligado ao trabalho de montar, desmontar e carregar o Tabernáculo. Quando este estava montado, não ficavam ociosos, mas ajudavam os sacerdotes a preparar os animais para o sacrifício, examinando os leprosos, recebendo os dízimos do povo, dentre outras tarefas administrativas. Depois que Israel se consoli­dou como uma monarquia unida, o rei Davi fez grandes reformas litúrgicas, repartindo o servi­ço na Casa do Senhor por turnos entre as três famílias de levitas e dando-lhes novas funções, coma superintendentes, oficiais, juízes, porteiros e, por fim, músicos e cantores, dentre os quais o mais conhecido e Asafe. Talvez seja esta a razão pela qual muitos têm desenvolvido o costume de chamar, inadequadamente, os músicos e cantores de levitas.

3- Sacerdócio de todos os salvos (Lv 17.8,9) “Dize-lhes, pois: Qualquer homem da casa de Israel ou dos estrangeiros que peregrinam entre vós que ofere­cer holocausto ou sacrifício e não o trouxer a porta da tenda da congre­gação, para oferece-lo ao Senhor, esse homem será eliminado do seu povo.”

Fomos comprados pelo sangue da Nova Aliança de Jesus (mais ampla que a estabelecida com o povo hebreu) e constituídos “reino e sacerdócio” (Hb 8.6; Ap 5.9,10). Assim, o termo “levita” não parece o mais adequado para designar os que creem em Jesus. Da mesma forma a tendência judaizante de algumas igrejas ao adotarem elementos sacerdotais judaicos em seu culto a Deus. Tudo isso pertencia a uma ordem que cumpriu seu propósito e foi substituída por outra distinta e eterna, através de Cristo (Hb 7.18,19). A doutrina bíblica do sacerdócio de todos os salvos é extremamente valiosa. Todos temos acesso a Deus. Não precisamos de intermediários, nem de sacerdotes levitas, “santos” ou Papas como mediadores. Todos os crentes em Cristo são, de certa forma, sacerdotes na Nova Aliança e, consequentemente, chamados a ministrar a este mundo perdido.

Em 1 Pedro 2.9 a mesma bênção prometida a Israel em Êxodo 19.5,6 e agora dita a Igreja. A tarefa de fazer a obra foi dada à Igreja como um todo. O Espírito foi dado a todos e não apenas aos pastores. O ofício de pastor tem sido, com certa frequência, superdimensionado por alguns como uma espécie de guru possuidor exclusivo da “oração forte” e detentor de uma relação única com Deus, da qual a igreja dependeria. Isso é um erro. Urge afirmarmos em nosso tempo o sacerdócio universal de todos os crentes sem desrespeitar ou desvalorizar o trabalho pastoral.

APLICAÇÃO PESSOAL

Jesus, o perfeito Sumo Sacerdote, já realizou seu sacrifício e está vivo para sempre. Você já confiou nele? Seus pecados já foram perdoados?

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RESPONDA

Responda V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas.
1) (F) O Sumo Sacerdote, diferente dos demais, era o único que podia entrar no Santo dos Santos a hora que quisesse?
2) (V) Um dos aspectos da superioridade de Cristo frente aos demais Sumo sacerdotes é que ele vive para sempre e nunca precisará ser substituído.
3) (F) Os levitas são os únicos oficiais da Antiga Aliança que ainda existem.

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