Lição 13: Levítico 18 à 27 – Vivendo uma Vida Santa | 3° Trimestre De 2022 | EBD Revista PECC

EBD Pecc (Programa de Educação Cristã Continuada) | 3° Trimestre De 2022 | Tema: ÊXODO – LEVITICO: Libertação e Adoração | Escola Biblica Dominical | Lição 13: Levítico 18 à 27 – Vivendo uma Vida Santa

SUPLEMENTO EXCLUSIVO DO PROFESSOR

Afora a suplemento do professor, todo o conteúdo de cada lição é igual para alunos e mestres, inclusive o número da página.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICO

Em Levítico 18 a 27 há 353 versos, respectivamente. Sugerimos começar a aula lendo, com todos os presentes, Levítico 18.9 – 19.2 (5 a 7 min.). A revista funciona como guia de estudo e leitura complementar, mas não substitui a leitura da Bíblia.
Caro(a) professor(a), nesta última lição aprenderemos que a santidade é uma condição que só se pode alcançar no coletivo. Para garantir que houvesse justiça e aperfeiçoamento moral no meio do povo, Deus estabeleceu também leis para conduzir os relacionamentos entre os indivíduos. Isso nos mostra que é no convívio com o próximo que cada um exercita o perdão, a generosidade, a decência e outros atributos dados por Deus. Mais uma vez podemos olhar para Jesus e ver que ele, ao cuidar dos mais humildes e dos enfermos, praticou perfeitamente todas as leis que Deus entregou ao povo. Como igreja, nosso papel é imitar Jesus com verdadeira solidariedade e disponibilidade para pregar o Evangelho.

OBJETIVOS

Desejar uma vida santa.
Praticar os princípios da Palavra.
Perceber os privilégios que temos em Cristo.

PARA COMEÇAR A AULA

Podemos começar com dois destaques: o primeiro e o fato de que todas as festas celebradas por Israel apontavam para a santidade como rigoroso padrão de comportamento; o segundo é que, como foi confirmado pelo próprio Jesus (Mt 5.48), esse padrão é permanente. As festas ficaram no passado, mas o amor ao próximo foi ensinado novamente nas palavras do Messias (Mt 22.39). Nossa vida cristã se transforma em prática evangélica quando ultrapassamos os rituais em direção ao cuidado com os mais frágeis

LEITURA ADICIONAL

Ao iniciar o ano, o som da trombeta chamava a sacudir a preguiça espiritual, a examinar e provar seus caminhos e endireitá-los. O dia da expiação era o nono; assim eram despertados, a fim de se prepararem para esse dia, mediante sério e sincero arrependimento, para que realmente esta data fosse para eles um dia de expiação. A humilhação de nossa alma pelo pecado e o fazer as pazes com Deus é uma obra que requer o homem por inteiro, e também a mais completa dedicação de sua disposição mental. Neste dia, Deus falava de paz ao seu povo, e a seus santos; e consequentemente eles deviam deixar de lado todos seus assuntos seculares para que ouvissem mais claramente esta voz de gozo e alegria.

Na festa dos tabernáculos é recordado o tempo em que os israelitas tiveram que viver em tendas ou cabanas no deserto, como foi com seus pais que habitaram em tendas em Canaã; isto para que recordassem suas origens e sua libertação. Também podia prefigurar que Cristo teria um tabernáculo na terra, em natureza humana. Também representa a vida do crente na terra: estrangeiro e peregrino aqui embaixo, e com seu coração lá em cima com seu Salvador. Eles valorizavam mais o conforto e o bem-estar de suas habitações, após viverem sete dias em cabanas. Às vezes, é bom para os que possuem abundância e conforto aprender o que é suportar privações. O gozo da colheita deve ser aumentado, para aumentar o nosso gozo em Deus. De Deus e a terra e a sua plenitude; portanto, Ele deve ter a glória por qualquer conforto que tenhamos, especialmente quando algo e aperfeiçoado por sua misericórdia
Livro: Comentário bíblico de Matthew Henry (Editora CPAD, 2004).

Texto Áureo

“Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e diz-lhes: Santo sereis, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo. ” Lv 19.2

Leitura Bíblica Para Estudo

Levítico 18.19 – 19.2

Verdade Prática

Os padrões e normas entregues aos israelitas visavam formar um povo distinto e separado das demais nações.

INTRODUÇÃO
I- LEIS DIVERSAS Lv 18.19 – 19.13
1-
A vida sexual Lv 18.19-24
2– O perigo da idolatria Lv 19.4
3– As leis sociais Lv 19.13
II- AS FESTAS JUDAICAS Lv 23.1-24
1
– Páscoa e Festa dos asmos Lv 23.4
2– Primícias e Pentecostes Lv 23.10
3– Trombetas e Tabernáculos Lv 23.24
III- OBEDIÊNCIA GERA BENÇÃOS Lv 25.8 – 26.13
1
– O amor ao próximo Lv 19.17-37
2– Ano de descanso e Jubileu Lv 25.8-10
3– Bênçãos da obediência Lv 26.3-5
APLICAÇÃO PESSOAL

DEVOCIONAL DIÁRIO

Segunda – Levítico 21.23
Terça – Levítico 22.22
Quarta – Levítico 23.43
Quinta – Levítico 124.4
Sexta – Levítico 25.35
Sábado – Levítico 26.1
Hinos da Harpa: 186 – 432

INTRODUÇÃO

Todos conhecemos o princípio de “quanta maior o privilégio, maior a responsabilidade”. Ele se aplica a Israel nesse momento histórico. Deus habitava entre eles, então, embora nenhum ser humano seja perfeito, precisavam viver a santidade no dia a dia.

I- LEIS DIVERSAS (Lv 18.19-19.13)

Os capítulos que estudaremos nos lembram que precisamos viver uma vida santa em todas as áreas da vida. A santidade é um atributo moral e, portanto, afeta o comportamento e o caráter. Nada pode ficar de fora.

1- A vida sexual (Lv 18.19-24) “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação.” (Lv 18.22)

Os padrões morais dos habitantes de Canaã eram reprováveis e inaceitáveis aos olhos de Deus. Israel não poderia copiá-los, inclusive no que diz respeito às relações íntimas. O objetivo divino, assim como hoje, era formar um povo santo que refletisse a sua glória no meio de uma geração corrompida e perversa. Dos versos 6 a 30 temos uma lista dos tipos de união sexual que não estão de acordo com a moralidade e os padrões da aliança. O casamento, como instituição social, e altamente valorizado em toda a Escritura é colocado como uma pedra fundamental das demais estruturas e, portanto, sua pureza e integridade devem ser protegidas. Essa é a razão principal dessas leis.

A intimidade sexual é uma benção de Deus, da qual nunca devemos nos envergonhar. Mas Satanás é um mestre em tomar o que é bom e abençoado e distorcê-lo para criar algo perverso, imoral ou degradante. Homossexualismo (18.22), bestialidade (18.23) e feitiçarias (19.31; 20.27) eram punidos com severidade. Essas eram práticas das nações pagãs e eram condena­das pelo Senhor.

2- O perigo da idolatria (Lv 19.4) “Não vos virareis para os ídolos, nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou o Senhor, vosso Deus.”

É normal cristãos convertidos acharem absurdo a confecção e adoração de estátuas e imagens. Mas nem todo idolatria implica em adorar imagens físicas seja de que material for. Por isso João, apóstolo, não diz “filhinhos, guardai-vos das estátuas”: mas sim: “filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1Jo 5.21). A idolatria moderna é bem mais sutil e perigosa. Qualquer coisa que ocupa nosso coração e mente tomando o lugar de Deus é um ídolo e nunca tivemos tantos ídolos como na atualidade. Os ídolos modernos são disfarçados, porém cumprem o mesmo papel que no passado: tomar o lugar de Deus como o único a ser adorado. O poder econômico é um grande ídolo na nossa geração e talvez mais adorado no mundo. Homens matam, morrem, sacrificam a vida, a alma no altar de Mamom. Vivemos numa sociedade que eleva pessoas questionáveis à condição de ídolos. O coração humano sem Cristo é uma fábrica de ídolos. Será que somos mesmo tão diferentes do mundo antigo?

3- As leis sociais (Lv 19.13) “Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do jornaleiro não ficará contigo até pela manhã.”

A lei admoestava os israelitas a serem bondosos com estrangeiros, pois eles próprios haviam sido estrangeiros no Egito e durante muito tempo foram tratados com generosidade (19.34). A xenofobia tão comum em nossos dias era desaconselhada. Em especial as viúvas, órfãs e deficientes (19.14) deveriam ser objetos de preocupação constante da nação. O Deus de Israel se revelou como aquele que cuida de órfãos e viúvas (Sl 10.14 e 18; 68.5). Idosos deviam ser respeitados e tratados com dignidade (19.32). Uma sociedade que não respeita os mais velhos vendo-os como defasados e como estorvo, que não cuida dos mais vulneráveis, e uma sociedade reprovável e sem a benção de Deus. A exploração dos pobres e ou­tra coisa detestável aos olhos do Senhor (19.13).

Os mais abastados devem ajudar os necessitados. Quando colherem suas uvas, deveriam deixar algumas em cada videira, pensando no pobre que não tinha como subsistir (19.10). Outra provisão para os necessitados era não juntar aquilo que houvesse caído no chão. A igreja é chamada a cuidar e honrar a todos, mas, principalmente os pobres. Deus abençoa os que ajudam os pobres (Sl 41.1; Is 58.7-11). Temos seguido esses princípios?

II- AS FESTAS JUDAICAS (Lv 23.1-24)

Essas festas, também eram chamadas de “festas do Senhor” ou “solenidades do Senhor” (Lv 23.2; Nm 15.3). Deixando de fora o Dia da Expiação que já vimos na lição anterior.

1- Páscoa e Festa dos asmos (Lv 23.4) “No mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a Páscoa do Senhor.”

A primeira grande solenidade de Israel é a Páscoa. Era celebrada em 14 de Nisã (entre março e abril), com o propósito de lembrar a libertação do povo de Israel do Egito. Na ocasião, um cordeiro era morto e comido servido com ervas amargas e pães sem fermento (Lv 23.6). Ela ocupa um lugar central nas Escrituras. Assim como fez com Israel, Deus também nos tirou do cativeiro do pecado pelo sangue de Jesus. A morte do cordeiro na Páscoa judaica era um tipo da morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A Páscoa seguia-se a festa dos Pães Asmos ou ázimos, sem fermento ou nao leve­ dados. As duas festas fundaram-se numa só.

2- Primícias e Pentecostes (Lv 23.10) “Fala aos Filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, e segardes a sua messe, então, trareis um molho das primícias da vossa messe ao sacerdote”

Era celebrada em 21 de Nisã (entre março e abril), com o propósito de reconhecer que os frutos da terra vinham de Deus e a colheita era fruto de sua benignidade. Na ocasião os primeiros frutos das colheitas eram ofertados (Lv 23:9-14). Era uma oportunidade para agradecer a Deus por sua provisão. Considerando que todo o produto da terra vem do Senhor que a fez e sustenta, dar as primícias e reconhecer a propriedade e a soberania divina. A apresenta­ção desta oferta (vs 14) significava a santificação de todo restante da colheita, pois os israelitas só tinham permissão de participar do produto da terra depois que tivessem apresentado as primícias. Em 6 de Sivã (entre maio e junho), com o propósito de mostrar alegria e gratidão a Deus pela colheita obtida, era realizada a festa do Pentecostes.

Era assim chamada porque ocorria cinquenta dias depois da oferta das primícias e celebrava a colheita do trigo. Essa época era o fim da primeira colheita do ano. Nesse dia, os judeus ofereciam a Deus um pouco da melhor farinha feita dos cereais que tinham colhido (Lv 23.16-17).

3- Trombetas e Tabernáculos (Lv 23.24) “Fala aos Filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação.”

A Festa das Trombetas ou Ano Novo era celebrada no 1° dia de Tisri (entre setembro e outubro), com o propósito de comemorar o início do ano civil. Esse era um dia de descanso e de fazer ofertas, onde as trombetas e os chifres eram tocados o dia inteiro (Lv 23.23-25; Nm 29.1- 6). O dia da expiação, ocorre no 10° dia deste mesmo mês. No mesmo mês (Tisri) é cele­brado a Festa dos Tabernáculos (ou Cabanas) entre 15 e 21. Consistia numa semana de festa (Lv 23.33-36). Enquanto a Páscoa era lembrança do êxodo, essa festa recordava a experiência e o cuidado de Deus no deserto. Era a mais alegre e intensa de todas as festas. Finalizando, é importante deixarmos claro que, como cristãos, não devemos nos preocupar em guardar ou celebrar estas festas.

Primeiro porque ninguém precisa se tornar judeu para ser salvo, como ensinavam os judaizantes nos dias de Paulo. Em segundo lugar porque todas elas apontavam ou apontavam para Cristo e tinham nele o seu cumprimento cabal. Jesus cumpriu a lei cerimonial. Tal cumprimento significa a satisfação plena e total das suas exigências. Como diz o Pr. Isaltino: “No cristianismo não há lugares especialmente sagrados. Santo não é o lugar. São as pessoas. Não é o chão. É o crente. E Deus pode ser encontrado em qualquer lugar. Não temos terra santa, e sim gente santa.

III- OBEDIÊNCIA GERA BENÇÃOS (Lv 25.8 – 26.13)

O sistema econômico de Israel baseava-se em três princípios fundamentais:
a) a terra pertencia a Deus, e Ele diz coma ela deveria ser usada;
b) O povo pertencia a Deus que o libertara da escravidão do Egito;
c) Os israelitas eram irmãos e, portanto, deviam cuidar uns dos outros.

1- O amor ao próximo (Lv 19.17-37) “Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.” (Lv 19.18)

É muito significativo que o man­damento de amar o próximo encontra-se colocado em Levítico e faça parte da lei mosaica, pois geralmente achamos que este é um padrão único do Nova Testamento. Levítico 19 costuma ser chamado de o “Sermão do Monte” do Anti­go Testamento. “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Essa é a regra áurea. O mundo seria um paraíso se praticassem essa ordenança. Há um erro comum entre aqueles que leem a Bíblia superficialmente quando o assunto é o amor: pensar que Deus se torna amoroso ao passarmos do Antigo Testamento para o Nova Testamento. Mas o amor de Deus permeia toda a Escritura.

2- Ano de descanso e Jubileu (Lv 25.8-10) “Porém, no sétimo ano, haverá sábado de descanso solene para a terra, um sábado ao Senhor; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha. Lv 25.4

O calendário judeu funcionava em uma serie de “setes”. O sétimo dia da semana era o shabbat. A cada sete anos acontecia o ‘Ano Sabático’: e depois de setes anos sabáticos ocorria o Ano do Jubileu. O ano sabático possuía ao menos dois objetivos: o primeiro era levar o povo a entender e descansar na providência de Deus e não viver como muitos hoje estão vivendo, sendo escravos do trabalho e da produtividade. O segundo objetivo é o ensino de que os recursos na­turais não devem ser exauridos de modo predatório e destruidor, mas usados com equilíbrio de modo a que não faltem no futuro. Nós temos a tendência de achar que tudo depende de nós e que devemos dar conta de tudo. Neste ano a terra descansaria. Não seria cultivada. As famílias recolheriam apenas o que fosse naturalmente produzido. Era um teste de fé onde experimentariam o sustento divino.

Neste ano, terra, homens e animais descansariam e o israelita escravo era liberto (Dt 15.12). O ano do Jubileu (25.10) era outra provisão divina para evitar a pobreza de muitos e o acúmulo das propriedades por poucos. A cada 50 anos tudo voltava ao começo. Estabelecia-se um novo início. Todas as propriedades eram devolvidas às famílias originais. Elas pertenciam ao Senhor e não era permitido que fossem vendidas permanentemente. Isso trazia equilíbrio social e econômico ao país.

3- Bênçãos da obediência (Lv 26.3-5) “Se andardes nos meus estatutos, guardardes os meus mandamentos e os cumprirdes, então, eu vos darei as vossas chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua messe, e a árvore do campo, o seu fruto” (Lv 26.3,4)

Deus não brinca com sua Palavra. Obediência traz bênçãos e desobediência traz juízo. Deus promete que, se Israel o obedecesse não fazendo nem adorando ídolos (26.1), guardando sua Palavra e seus estatutos, cumprin­do o ano de descanso e do jubileu as bênçãos seriam tantas que “a debulha se estenderá até a vindima, e a vindima, até a sementeira; comereis o vosso pão a fartar e habitareis seguros na vossa terra.” (Lv 26.5). Deus também promete que andaria no meio deles e seria o seu Deus e eles o seu povo. Quanta benção há na obediência.

APLICAÇÃO PESSOAL

Deus não espera outra coisa de nós senão conformidade com sua vontade revelada na sua Palavra. O mundo vê que somos diferentes? A glória de Deus é vista em nosso meio?

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RESPONDA

Responda V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas.
1) (V) A intimidade sexual nos limites do casamento é uma bênção de Deus.
2) (V) Pascoa, Pentecostes e Tabernáculo são as três principais festas do calendário judeu.
3) (F) O ano do Jubileu ocorria a cada 40 anos lembrando a peregrinação de Israel no deserto

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